Quem cuida da sua piscina

Minha história começou sem querer. E hoje é o que eu mais gosto de fazer.

Eu não planejava trabalhar com piscinas. Um acidente na família me colocou nesse caminho, e eu descobri ali um trabalho que me dá orgulho todos os dias.

01

Tudo começou com um acidente

Meu cunhado era piscineiro e também cuidava de jardins aqui na região. Um dia ele sofreu um acidente de moto e fraturou a tíbia. Ficou encostado, sem poder trabalhar, com o risco de perder os clientes que tinha levado anos para conquistar.

Naquela época eu tinha o meu emprego fixo, registrado, numa empresa da região. Trabalhava de manhã e, por volta das 13h ou 14h, já estava saindo de lá. Foi nessa brecha do dia que eu comecei.

Piscina atendida pela Alessandro Piscinas em Sertanópolis e região
02

Duas jornadas por dia

Saía da empresa e ia direto para as piscinas dos clientes dele. Limpava, cuidava da água, e ainda fazia as podas de jardim e o gramado, porque esse era o serviço completo que ele oferecia. Eu não entendia nada de piscina no começo. Fui aprendendo na prática, piscina por piscina, cliente por cliente.

A ideia era simples: segurar as pontas até ele se recuperar, para que nenhum cliente ficasse sem atendimento e ele não perdesse o trabalho de uma vida.

03

A virada que eu não esperava

Meu cunhado se recuperou. Eu quis devolver tudo para ele, do jeito que tinha recebido. Mas ele não quis mais mexer com piscina. Achava uma coisa complicada demais, cheia de detalhes, e preferiu ficar só com a parte de jardim.

Foi ali que a história mudou. As piscinas que eu estava cuidando ficaram comigo. E o que tinha começado como um favor virou o meu trabalho.

Piscina atendida pela Alessandro Piscinas em Sertanópolis e região
04

O boca a boca da Ponte Caída

Eu comecei na região que o pessoal chama de Ponte Caída, na chacaraiada de Sertanópolis. Uma chácara indicava a outra, o vizinho comentava que eu fazia manutenção de piscina, e os clientes foram chegando sem propaganda nenhuma. Só com trabalho bem feito e palavra cumprida.

Na época, a cidade tinha dois piscineiros. Um se mudou para Curitiba. O outro, infelizmente, nos deixou. De repente eu era o único piscineiro de Sertanópolis. Foi um peso grande e uma responsabilidade que eu levei a sério: tinha muita piscina na cidade contando comigo.

05

Quem aprendeu comigo

Desde cedo eu sempre trabalhei acompanhado, de dois ou de três, porque além das piscinas eu ainda cuidava de jardim. Muita gente passou pela minha equipe. Alguns ficaram um ano, dois anos, aprenderam o serviço e foram cuidar de piscina por conta própria.

Hoje tem uns cinco profissionais em Sertanópolis que trabalharam comigo antes de abrir o próprio caminho. Tem gente que acha que eu deveria ver isso como problema. Eu vejo com orgulho. Sertanópolis tem uns 17 mil habitantes, muita chácara, muito espaço gourmet e muita casa com piscina. Tem serviço para todo mundo, e eu não poderia segurar só para mim o que aprendi. Eles aprenderam, estão fazendo bem feito, e a cidade ganha com isso.

Piscina atendida pela Alessandro Piscinas em Sertanópolis e região
06

Hoje: eu e o Guilherme

Ao longo desses anos eu também tive um sócio, por uns seis anos. Quando cada um resolveu seguir o seu caminho, dividimos as piscinas de forma amigável e eu continuei cuidando da minha parte. Hoje eu não sou mais registrado em empresa nenhuma: vivo só de piscina, por conta própria.

A Alessandro Piscinas somos eu e o Guilherme Augusto. O Guilherme veio do ar-condicionado, começou comigo há uns dois anos, aprendeu tudo do zero e hoje cuida sozinho de cerca de 30 piscinas. Ele faz todos os testes da água, opera a casa de máquinas, troca areia de filtro e resolve o que aparecer. É uma pessoa da minha extrema confiança.

Quando uma piscina pede dois pares de braços, a gente se junta e faz. Quando um está apertado, o outro socorre. É assim que funciona entre nós dois, e é assim que a gente atende Sertanópolis e as cidades vizinhas.

07

A cascavel na casa de máquinas

Na casa de máquinas aparece de tudo: aranha, escorpião, cobra. Numa manutenção, encontramos uma cascavel enrolada em cima da caixa de alimentação das bombas. Por pouco não fomos picados.

A gente aprendeu a abrir cada porta com cuidado, olhar antes de pôr a mão e nunca ter pressa ali dentro. Por isso eu digo que casa de máquinas não é serviço para amador: experiência também é saber onde o perigo mora.

Cascavel enrolada em cima da caixa de alimentação das bombas numa casa de máquinas
08

Mais que piscina

Nessa profissão a gente acaba formando um vínculo muito grande com o cliente. Você está na casa da pessoa praticamente duas vezes por semana. Um serviço de 20 minutos, um teste da água e uma aspirada, vira meia hora de conversa na beira da piscina.

Tem cliente de idade que espera a visita para ter com quem conversar. Tem cachorro que vem correndo para brincar quando a Fiorino para na porta. É um vínculo bem legal, e é uma das coisas que mais gosto nesse trabalho.

09

Para quem está começando

Tem gente que olha para o piscineiro e acha que não é profissão. Eu digo o contrário: é um trabalho digno, rentável e bem remunerado para quem sabe trabalhar. Tenho amigos piscineiros que ganham como gerente de empresa.

O conselho que eu dou é: faça bem feito, se aprofunde, veja vídeos, procure entender como funciona. Cada piscina é uma. Cada água tem o seu tratamento. Água de poço, por exemplo, é bem mais difícil de acertar do que água da rua. E cada dia que passa é uma conquista e um aprendizado.

Piscina atendida pela Alessandro Piscinas em Sertanópolis e região
10

O que eu aprendi nesse caminho

Aprendi que piscina não é só água limpa. É a família que vai aproveitar o fim de semana, é a criança que vai nadar com segurança, é o cliente que confia em quem entra no quintal da casa dele. Por isso eu trato cada piscina como se fosse a minha.

Eu não escolhi esse trabalho. Ele me escolheu. E eu agradeço todos os dias por isso.

Linha do tempo

Do favor ao ofício

  1. O acidente

    Meu cunhado se machuca e eu começo a cuidar das piscinas dele depois do expediente.

  2. Duas jornadas

    Manhã na empresa, tarde nas piscinas e nos jardins.

  3. A virada

    Ele se recupera, fica só com jardim, e as piscinas ficam comigo.

  4. Ponte Caída

    O boca a boca na chacaraiada traz os primeiros clientes meus.

  5. O único da cidade

    Os outros dois piscineiros saem de cena e eu fico sozinho atendendo Sertanópolis.

  6. Formando gente

    Ajudantes que aprenderam comigo abrem o próprio caminho. Hoje são cerca de cinco na cidade.

  7. O Guilherme chega

    Há uns dois anos, vindo do ar-condicionado. Hoje cuida sozinho de cerca de 30 piscinas.

  8. Outubro de 2025

    A Alessandro Piscinas vira empresa, com CNPJ.

  9. Hoje

    Eu e o Guilherme, piscinas de casa, chácara, condomínio, clube e academia em Sertanópolis e região.

17 milhabitantes em Sertanópolis, e muita piscina
30piscinas que o Guilherme cuida sozinho
5profissionais da cidade que aprenderam comigo
2pessoas na equipe, eu e o Guilherme
Mais que piscina

A gente entra na sua casa duas vezes por semana. Isso cria vínculo.

Um serviço de 20 minutos, um teste da água e uma aspirada, vira meia hora de conversa na beira da piscina. Tem cliente de idade que espera a visita para ter com quem conversar. Tem cachorro que vem correndo para brincar quando a Fiorino para na porta.

É assim que eu gosto de trabalhar: com gente que confia em quem entra no quintal. Por isso você fala direto comigo, do orçamento até a foto da piscina pronta.

“Nessa profissão a gente acaba formando um vínculo muito grande com o cliente. A pessoa quer conversar, quer atenção. E a gente fica.”

Alessandro Zarantonelo, piscineiro em Sertanópolis
Para você que chegou até aqui

Agora você já sabe quem vai entrar no seu quintal

Se você está lendo isso, é porque está procurando alguém de confiança para cuidar da sua piscina. Eu sei como é: você quer ver a água azul, sem dor de cabeça, e saber quem está entrando na sua casa.

Me chama no WhatsApp. Eu mesmo atendo, e a gente combina tudo.

Falar com o Alessandro no WhatsApp
Atendimento via WhatsApp